Camaradas,
Prometo que é o último post de hoje.
Por esporte, e preocupação com o futuro dos meus sobrinhos (eu mesmo jamais deixarei o legado de nossa miséria) acompanho com alguma proximidade as eleições dos lugares que importam. Certamente o lugar que mais importa é a América, terra de liberdade e oportunidade.
Comprei minhas cervejas e salgadinhos e fico na frente da TV tocendo pra Hilary, como se ela fosse um time de futebol. Eu simpatizo muito com a dona. Lembro dos caretas anos 1990, quando a humanidade podia se dar ao luxo de se preocupar se o presidente dos EUA, na época marido dessa senhora, tinha penetrado ou não uma estagiária feia. Hoje as preocupações são outras. Mas à época, essa distinta senhora não se abalou e liberou o maridão do pecado. Foi lindo.
Pela ala dos intervencionistas, aumentadores de impostos e fumadores de maconha disputam Hilary e seu simpático colega Obama, que já falou que vai desencanar de perseguir o Osama.
Todos os semi-sábios que lêem essa coluna sabem o que se passa. Na verdade, só postei esse texto para incluir esse delicioso vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=NWA6rwhPGBg
Tendo mostrado, até!
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terça-feira, 8 de janeiro de 2008
eleições nos EUA (parte I)
por
Carlos Josemberg
às
22:59
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