
Camaradas,
A civilização francesa já foi a grande referência para as demais, pelo menos até a segunda guerra mundial. Infelizmente, hoje ocupa uma posição de referência “cult”, sofisticada e, por isso mesmo, de menor relevância. Apenas um luxo.
O mundo seria melhor se as teses de convergência apontassem para a França como objetivo final dos povos.
Viva a revolução!
Viva 14 de julho!
Viva a guilhotina: uma forma civilizada, barata, rápida e segura de execução!
E viva o sistema métrico!
Tendo dito, até!
terça-feira, 14 de julho de 2009
Liberdade, Igualdade e Fraternidade
Tags: comunismo, estadistas, estatização, Ex-Comuna, frança, poder, política, povo, revolução, Sabedoria
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Viva 9 de Julho!

Camaradas,
Viva MMDC! Viva Julio Prestes!
Nem todos sabem, mas os sábios sabem: eu e o sábio Leon formamos a colônia avançada paulista no Rio, o braço tático do PRP, a República MMDC. Ele como Primeiro-Ministro e eu como Comandante en jefe. E hoje, festejamos como se não houvesse amanhã!
É uma data histórica: o nove de julho é a comemoração da derrota militar dos paulistas contra Vargas. Sim perdemos a batalha. Mas a história é escrita pelos vencedores. A data hoje é conhecida como revolução constitucionalista, porque, afinal, os paulistas venceram.
Vencemos e hoje o país seguiu seu trilho do progresso! O café virou indústria, que virou usinas elétricas, que virou siderúrgicas, que virou casas Bahia, que virou soja. Nessa terra, em sem plantando tudo dá (a CIA já havia identificado isso, e o sábio paulista Felix nos comunicou).
Por ironia histórica, São Paulo é a única cidade do país que não tem nenhum lugar público nomeado com referência ao falecido presidente Getúlio Vargas. Mas a FGV fica na esquina virtual entre a av. 9 de julho e a av. Paulista...
Tendo dito, até!
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Viva Lenin!
Aproveitando a deixa de meu querido Brutus, e seus seguidores marqueteiros, gostaria de lamentar a terrível notícia que recebi hoje: explodiram a bunda de uma estátua do Lênin.
Uma estátua importantíssima, pela arte e pela história. Querer apagar a história é um erro. A humanidade precisa lembrar de seu passado para com ele aprender.
Mas pior que isso é desrespeitar a história. Lenin agora é motivo de chacota?! Nos bons tempos uma coisa dessas levaria a uns 300 anos de trabalho forçado na Sibéria. Que saudades da mão de ferro!
Malditos iconoclastas...
Tendo dito, Até!
sábado, 28 de março de 2009
Grandes Estadistas Brasileiros
Camaradas,
Os grandes estadistas acontecem pela conjunção da virtude, que lhes é própria, com a fortuna, que lhes acontece por pura sorte. Já me dizia o pequeno Nicolau.
O Brasil teve, em sua história republicana, apenas um estadista unânime, JK. O cara era realmente foda. E "foda", nessa colocação é o que há de mais bacana dentre os adjetivos.
Lula (paz, amor, "eu fui traído" e marolinha) é possivelmente o novo líder unânime. Daqueles que a história irá lembrar e que toda cidade terá uma avenida com seu nome.
Mas, para alcançar o reino dos céus e a memória eterna, vai ter que se livrar do Henricão. Será que ele tem peito pra isso?
Nota: Getúlio Vargas teria esse lugar na história também. Porém, São Paulo jamais o aceitará. Não há na capital paulista nenhuma via pública, ou monumento, em memória a este grande homem. Viva MMDC!
Curiosamente, a FGV foi instalada à beira da avenida 9 de Julho.
tendo dito, até!
quarta-feira, 11 de março de 2009
São Paulo: a locomotiva
Caros sábios,
No meio deste carnaval, em um dos blocos em Santa Teresa, fui impressionado com uma cena. Sim, no meio da massa saltava um grito dissonante. Era um grupo de cinco ou seis paulistas que, animados, cantavam grandes temas como:
- Trinta..e Dooois! Café! Trinta e Dois, Café!
- Cons-ti-tu-cionalistaaaaaaaaaa é!
e claro, não poderia faltar:
- Ei, Vagas, vai tomar no **....
Prontamente, me emocionei. Sim, porque o carnaval, esta festa inventada em São Paulo, soube reconhecer o papel do majestoso Estado do café como a grande locomotiva do país. Não à toa a única industrialização verdadeira e espontânea brotou no solo vermelho do grandioso Estado. É lá que o Mercado (e o padrão ouro) funciona, as lojas e serviços funcionam 24 horas por dia, o antendimento é sorridente e prestativo. Sim, como teria sido um país melhor não fosse o golpe e a ditadura.
Em homenagem ao grande Estado do café, segue uma fotografia de sua capital, símbolo de um Brasil de progresso:





