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terça-feira, 14 de julho de 2009

Liberdade, Igualdade e Fraternidade



Camaradas,

A civilização francesa já foi a grande referência para as demais, pelo menos até a segunda guerra mundial. Infelizmente, hoje ocupa uma posição de referência “cult”, sofisticada e, por isso mesmo, de menor relevância. Apenas um luxo.

O mundo seria melhor se as teses de convergência apontassem para a França como objetivo final dos povos.



Viva a revolução!

Viva 14 de julho!

Viva a guilhotina: uma forma civilizada, barata, rápida e segura de execução!

E viva o sistema métrico!

Tendo dito, até!

sábado, 28 de março de 2009

Grandes Estadistas Brasileiros

Camaradas,

Os grandes estadistas acontecem pela conjunção da virtude, que lhes é própria, com a fortuna, que lhes acontece por pura sorte. Já me dizia o pequeno Nicolau.



O Brasil teve, em sua história republicana, apenas um estadista unânime, JK. O cara era realmente foda. E "foda", nessa colocação é o que há de mais bacana dentre os adjetivos.



Lula (paz, amor, "eu fui traído" e marolinha) é possivelmente o novo líder unânime. Daqueles que a história irá lembrar e que toda cidade terá uma avenida com seu nome.



Mas, para alcançar o reino dos céus e a memória eterna, vai ter que se livrar do Henricão. Será que ele tem peito pra isso?



Nota: Getúlio Vargas teria esse lugar na história também. Porém, São Paulo jamais o aceitará. Não há na capital paulista nenhuma via pública, ou monumento, em memória a este grande homem. Viva MMDC!

Curiosamente, a FGV foi instalada à beira da avenida 9 de Julho.



tendo dito, até!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Direto do Zé!

Grandes Sábios e amigos,

II PND, a vingança: em tempos de crise, incerteza e calor pra cacete, o nosso amigo Zé publicou em seu blog uma entrevista sensacional.

Ele entrevistou o saudosos João Reis Velloso. O mentor do Segundo Plano Nacional de Desenvolvimento está aí de volta para a reedição do PSI. Vale a pena ler a longa entrevista. Além do Zé mostrar que a ditadura não foi tão ruim assim, ele também dá voz ao sábio Reis Velloso e toda a vibrante sensação do Brasil Potência.

Deixo-vos com um gostinho da entrevista: "Todo mundo está falando em recessão. Nós não fizemos e eu não me arrependo. Uma vez, uma moça que estava fazendo uma tese me perguntou: "o senhor não se arrepende de nada do que fez? Eu respondi: "só os idiotas não têm dúvidas sobre o que fizeram". Mas disso (não ter concordado em colocar o Brasil em recessão), eu não me arrependo. Eu acho que é sempre o caso de ajudar a reduzir a recessão, de manter um certo crescimento."