Camaradas,
Falando em surrealismo do cotidiado, registrei a prova da minha incapacidade de ler coisas. Ou talvez do meu analfabetismo. Várias vezes incorri no erro de colocar adoçante na batata frita. É simples: as marcas de pozinhos têm, em geral, três tamanhos. Um, mais esticado e maior, destinado a qguardar açucar. Os outros dois, com formatos próximos a um quadrado, menores, guardam adoçante e sal. Mas são embalagens quase do mesmo tamanho e quase das mesmas cores.
Aposto que outros tiveram experiências semelhantes, causadas pelo sarcasmo dos fabricantes de saquinhos que gostam de debochar dos pobres consumidores incautos. (ou pelo excesso de chope).
Por um mundo sem enganação! Pelo fim da exploração do homem pelo homem! Pelo fim da exploração do homem pela mulher! Pela diferenciação clara dos saquinhos de sal e adoçante!
Tendo dito, até!
(Registre-se que a punjante economia fluminense é incapaz de produzir sal. Importa-se da metrópole)
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Cotidiano 2
Cotidiano

Camaradas,
A vida é sempre mais feliz com pitadas de surrealismo. Hoje, no supermercado, me deparei com uma sacola com um evidente problema de esquizofrenia aguda. Ou talvez fosse uma questão de daltonismo. Ou ainda, um efeito de um alvejante poderoso.
Do alto da minha sabedoria, imagino que seja uma peça publicitária, incitando os clientes do mercado a procurarem oculistas ou psiquiatras.
Tendo dito, até!
Tags: loucura, psicologia, psicopata, Sabedoria, sacola
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Quem é o autor?
Caros,
Vez em quando, volto-me a meditar sobre o que fez a humanidade até hoje. Logo me chegam à mente os infindáveis progressos alcaçados em todos os campos da ciência. Penso então que o ser humano é realmente o maioral. Mas logo em seguida, deparo-me com questões que inquietam o meu ser na exata medida em que vão contra qualquer hipótese de racionalidade do ser.
Mostra clara disso é a forma como nós, cabeças ditas pensantes, deixamo-nos levar por uma série de peças publicitárias que povoam a sociedade desde tempos imemoriais. Recebemos as tais peças e as tomamos, na maioria das vezes, como verdades, sem a mínima preocupação em avaliar a razoabilidade das "informações".
Abaixo vai uma preciosa coletânea de frases, todas ditas pela mesma pessoa...
1. "O individualismo deve desaparecer!"
2. "Sempre interrogue seus prisioneiros à noite. A resistência de um homem é sempre menor à noite"
3. "Eu não preciso de provas para executar um homem."
4. "Querido pai, hoje descobri que realmente gosto de matar"
6. "Minhas narinas se dilatam quando aprecio o odor acre da pólvora e do sangue. Louco de fúria, mancharei de vermelho meu rifle estraçalhando qualquer inimigo que caia em minhas mãos. Com a morte de meus inimigos preparo meu ser para a sagrada luta."
7. "Um ódio que é tão violento que impulsiona um ser humano para além de suas limitações naturais, fazendo dele uma violenta e fria máquina de matar."
9. "Não tenho casa, não tenho mulher, não tenho pai, não tenho mãe, não tenho irmãos. Meus amigos só são amigos quando eles pensam ideologicamente como eu."
10. "Não atirem! Valho mais para vocês vivo do que morto."
Agora, o desafio. Quem, dentre os cinco indivíduos apresentados abaixo, é o autor de tamanhas pérolas da bondade e da humanidade entre os povos?


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Pinochet? Mussolini? Stalin? Che Guevara? Hitler?
Semana que vem, a resposta.
Até!





