
Comunistas. Lasers. Aston Martin (invisível!). Diamantes. Espadas. Tortura. Palácio no gelo. Traição. Satélite destruidor. Cuba. Madonna. Ah, que grande final para a série de filmes protagonizados por Pierce Brosnan! Eu adoro esse. É tudo excessivo. 
quem manda aqui é a turma da rua de cima!
Digo mais: é um dos melhores da série. Todos os elementos, mesmo excessivos, são bastante coerentes – no universo James Bond, registre-se – e a quantidade de brinquedinhos tecnológicos é estafante. Além disso, a temática da guerra fria está de volta, graças à Coréia do Norte e seus malucos.
O vilão é um coronel norte-coreano que, numa clínica em Cuba, se metamorfoseou com tratamento genético num bonitão inglês. Ficou rico legitimando diamantes contrabandeados da áfrica através de uma mina falsa na Islândia. Com o dinheiro, construiu um satélite que condensa a luz solar e pode destruir qualquer coisa no planeta. Com isso, pretende finalmente invadir a Coréia do sul. Ufa. Plano fácil.
"eu o desafio para um duelo!"
Trata-se de um vilão interessante, bem ao estilo de Scaramanga ou talvez Sanchez, no sentido de serem playboys sofisticados e habilidosos comparando-se ao próprio Jimmy. É ajudado por alguns capangas, sendo o mais divertido o tal de Zao, que tem uma acne cara. Além disso, a sua assistente é uma agente dupla do MI6, deliciosamente gelada. Quase uma cerveja. Campeã de esgrima na olimpíada de Sidnei. Pra fechar a caracterização, a instrutora é a Madonna (!).
Diamonds are the girl's best friend
Só James é capaz de salvar o mundo de uma ameaça complexa como essa, e deixar pra morrer em outro dia. Ele conta com a ajuda da adorável Jinx, agente americana, que protagonizou uma saída do mar digna de Ursula Andress e o diálogo mais raso que James já teve com uma mulher antes de levá-la pra cama. É uma fonte de inspiração.
"magnificent view!"
E a ação? James surva, salta de para quedas, sai voando de helicóptero de dentro de um avião em chamas, dirige um hovercraft... e tem um carro invisível! Cheio de brinquedinhos!
O cinema é isso. James Bond é isso. Ação. Imaginação. Com um toque leve de referências ao mundo real...
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Die Another Day (2002)
Tags: 007, comunismo, cuba, die another day, James Bond
sexta-feira, 10 de abril de 2009
A Resposta
Aos que lêem,
Conforme prometido, eis abaixo a resposta à pergunta que não foi muito difícil de ser desvendada por nossos visitantes...
Sim, quem proferiu as 10 e outras tantas frases "infelizes", para dizer o mínimo do mínimo possível foi Ernesto Guevara de la Serna, argentino autodenominado - mas nunca comprovado - médico, rebelde autoproclamado defensor da liberdade e dos povos menos favorecidos, que com sua "brava" luta manchou de vermelho-sangue a história do povo cubano e contribuiu de forma decisiva para que o padrão de vida daquela ilha declinasse de modo contínuo desde a "Revolução"...
Ah, e sem permitir ao povo, em nenhum momento, a liberdade de decidir se era isso o que queria...
Como lembrado por Josemba, a História muitas vezes é recontada e romanceada ao gosto de alguns desonestos e às custas de muitos desinformados. Um destes é Benício del Toro, porto-riquenho que interpreta la Serna em filme "totalmente fidedigno" à vida real do argentino, atualmente nas telas de cinema do Brasil.
Del Toro demonstra o (des)conhecimento adquirido em sete anos de "estudo" para uma boa interpretação de la Serna em entrevista a Marlen Gonzalez.
Deliciosas...
Tags: assassino, cuba, del Toro, Guevara, Marlen Gonzalez
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Fidel Desistiu
Camaradas,
Interrompo a bela e relevante seqüência de posts dedicados às mulheres para tratar de um assunto de extrema relevância: Fidel anunciou que não será candidato ao cargo de Presidente do Conselho de Estado, cargo que ele ocupou desde 1976, quando a atual constituição cubana passou a vigorar.
Fidel desistiu. A vida humana é mais curta que a vida das idéias, do que o tempo histórico de um povo e um país. Mas ele lutou bravamente por toda sua longeva vida, inspirou ideais e força para pelo menos três ou quatro gerações.
Mas esse não é um epitáfio. Fidel ainda está vivo. A nova configuração em Cuba já
estava sendo desenhada desde, pelo menos, o anúncio de sua doença. Sai do comando mas continua como farol que ilumina os caminhos da ilha! Fidel vive e ainda viverá para orientar o povo cubano e os revolucionários de todo mundo. Humildemente, sua coluna semanal no Granma mudará de nome, de “Reflexiones del Comandante en Jefe” para “Reflexiones del Camarada Fidel”.
Longa vida a Fidel! Longa vida a Cuba revolucionária!
Tags: cuba, fidel castro, Sabedoria






