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terça-feira, 22 de setembro de 2009

A primavera, de novo

Camaradas,

Os leitores mais assíduos sabem que eu sou um grande entusiasta da primavera, a estação das flores, dos amores, das paixões e da vida. As cores são mais fortes, as sensações mais intensas e os odores mais marcantes. O homem, ser emotivo que é (devemos lembrar que a lombada é a prova da irracionalidade humana – outro dia discorro sobre isso), atinge a plenitude na primavera. Como todas as outras criaturas de Deus, se Ele assim quis.

Bem, deve ter quisto. A primavera é linda. As flores, as frutas, as cores...

Ah, doce primavera!


As orquídeas são as criaturas vegetais mais eróticas que a imaginação divina - e do acaso - já inventaram. Algumas com a sábia, criativa e tarada ajuda da engenharia genética.


Visitei a casa da vovó e lá vi um conjunto de orquídeas bastante exuberantes, carnudas e... lindas!


essa é uma das poucas orquídeas "masculinas" que vi na minha sábia vida...


... e essa também. Apesar de que, de perto, são pequenas florezinhas delicadas.


No centro do Rio, o último suspiro do inverno foi o florido ipê, anunciando a primavera.

Tendo dito, até!

Club dei Nati Stanchi



Si nasce stanchi e si vive per riposare.

Ama il tuo letto, più di te stesso.

Riposa di giorno per dormire la notte.

Se vedi uno che riposa aiutalo.

Il lavoro è fatica.

Non fare oggi quello che puoi fare domani.

Fai quello che puoi e quello che dovresti fare, lascialo fare agli altri.

Di troppo riposo non è mai morto nessuno.

Quando ti viene voglia di lavorare siediti e aspetta che ti passi.

Se il lavoro è salute, evviva la malattia!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

In Vino Veritas



Camaradas,

Falar de grandes homens é fácil. Basta elencar uma grande quantidade de seus feitos e dizer tudo o que ele representou para o mundo, para seus amigos, familiares e para os que apenas o conheciam.

Bem, hoje (ontem) faleceu Saul Galvão. Um grande homem. Nunca o conheci. Mas lia regularmente seus textos, suas dicas, suas experiências gastronômicas. Era quase como um amigo. Um guia na vida feliz dos sabores e das sensações. Seu ar professoral vinha também de sua imagem fanfarrona com belos e espessos bigodes.

Digamos que fui tecnicamente iniciado ao vinho com seu clássico “Tintos e Brancos”. Um livro acessível para aqueles que começam a se aventurar nesse mundo, mas também profundo – e sempre atualizado – sobre as sensações que Baco nos proporciona.

Desde esse primeiro contato, sempre gostei de suas descrições sobre os vinhos: aqueles que eu conhecia, e podia comparar, e aqueles que fiquei com vontade de experimentar.

Mas não só de vinhos ele falava. Todos os prazeres gastronômicos fazem parte de seus textos. Inclusive o de cozinhar. E, para os leigos ambiciosos, suas receitas fáceis e deliciosas estarão sempre disponíveis para os momentos especiais.

Além de um grande conhecedor, Saul Galvão era um grande comunicador. Um poeta. Porque só os poetas sabem dizer com palavras o que o espírito sente com o corpo.

Saúde!

terça-feira, 28 de julho de 2009

A vida em rosa

Camaradas,

É, pois é, você nunca fará um santo de mim!



Tendo dito, até!