
Sem seu cheiro.
Sem seu carinho.
Sem seus olhos.
Sem seu corpo.
Sem seu sexo.
Mas com você na minha lembrança. Minha memória criativa.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Hoje vou dormir sem você.
sábado, 13 de junho de 2009
A dificíl arte de encantar
Camaradas,
É difícil encantar uma mulher. Não basta a paixão. É necessário ter técnica. Foi o que eu aprendi - sim, sábios aprendendem - com o seguinte vídeo. Trata-se de um questionário interativo que testa nossas habilidades. É muito útil...
Tendo recomendado, até!
segunda-feira, 23 de março de 2009
Perfume de Mulher
Camaradas,
A paixão é o que move os homens. E os grandes homens, os mais apaixonados, inspiram todos os outros que querem uma vida de virtude.
Fiquei muito sensibilizado com os comentários ao post sobre “tango ”, de ontem. Ao que parece, o sensual embaraço dos corpos dançantes emociona a todos.
Além disso, percebi que nossos leitores gostam muito do filme “Perfume de Mulher”. Sim, é um grande filme. É todo um conjunto de lições para jovens garotos que sonham com um futuro brilhante, como homens e como amantes.
Eis o trailer. Sempre achei que os americanos sabem fazer melhores trailers do que filmes. É verdade. Vejam esse! O rapaz apenas queria um emprego...
Selecionei algumas cenas imperdíveis, além do tango, que postei anteriormente. A primeira, inesquecível, é a da Ferrari. Qualquer homem quer fazer isso. É másculo. A aparição da machina rossa é quase tão sensual quanto uma dança de tango. É quade uma metáfora da relação do homem com uma mulher: no começo ele aprende. Depois acelera e se diverte! E só então o homem decide "dobrar" a moça... Ficar sem a visão, o sentido mais fácil de todos, deve tornar os outros muito mais apurados.
Por fim, a cena final. O discurso é bonito, empolgado. Tem uma conclusão emotiva, como todo bom filme americano. O veredicto é seguido por uma musiquinha e salva de palmas que pode arrancar lágrimas dos mais sensíveis. É um grande final. Hoo-haaa! (Atenção para a frase “thank you! are you married?”. Coisa de galã. Ele pode.)
Mas para os sábios de maior idade, ou mais ampla vivência, deixo outros trechos cinematográficos que farão a memória voar. Profumo di Donna, de 1974. Uns quinze anos antes de Al Pacino, Vittorio Gassman havia interpretado o mesmo personagem com maestria. Numa versão mais depressiva, européia, acompanhado por Cláudia Cardinale. Coisa divina.
Vejam esse belo arranjo:
“Já vi sua mulher algum ano atrás, numa casa de prazeres chamada ‘confusão’”... e depois dá uma porrada no cara errado!
E, pra terminar, a belíssima, trágica e profunda cena final:
No Brasil o outono está chegando. Mas na Europa é a primavera que faz cantar os pássaros e desabrochar as flores... até os sábios sentem!
Tendo dito, até!
domingo, 22 de março de 2009
Tango
Camaradas,
De quando em quando minha sabedoria fica menos racional e mais passional. O tango é a coisa mais sensual que nossos hermanos do sul inventaram. Enquanto as letras são de uma simplicidade humilde e profunda, como nosso samba, a dança é sublime.
Selecionei aqui algumas demonstrações. Primeiro o filme "Tango", de Carlos Saura.
Mas temos também a clássica cena do Al Pacino cego (eu prefiro o filme anterior, com o Vitorio Gasman, mas essa censa do tango, junto com a da Ferrari fazem a nova versão valer a pena). Coloquei aqui a versão longa, desde o comecinho, que inclui o chaveco sensacional.
Para terminar, uma sequência com muitas, muitas mesmo, Monicas Beluccis...
Tendo dito, até!
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Registros numéricos
Camaradas,
2008 foi um grande ano para a economia brasileira e para o blog dos sábios.
Foram 100 posts.
E teve um dos sábios que pontuou 20 vezes.
Impressionante.
tendo dito, até!
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
L’acqua fa male, il vino fa cantare!
Camaradas,
Sabemos todos que água faz mal. Contém uma quantidade desagradável de micróbios, bactérias e outros bichos estanhos e invisíveis. A boa saúde recomenda a esterilização. A sabedoria recomenda o vinho, afinal a verdade mora no vinho.
Hohoho, feliz natal. A família Josemberg, apesar de suas origens hebraicas, tem também tem um pezinho na Sicília. Digamos que nesses tempos natalinos poderíamos ser chamados de Josemberbergone, é uma grande festa. Aprende-se muito nessas ocasiões e eu gostaria de repartir com todos os leitores um pouco da sabedoria tradicional desse evento.
Com as mudanças climáticas por causa do aquecimento global, o calor e as brisas frescas se misturam trazendo resfriados, tosses e coceiras na garganta. Senhora minha avozinha sempre me ensinou (ah, a sabedoria dos anciãos) que para curar dor de garganta o melhor é um gargarejo com uísque. E como uísque bom não se deve jogar fora, ensinou a sábia velhinha que deve-se aproveitar que o uísque está na boca e butalo via. Correto.
Deus protege as crianças e os bêbados. Graças a Ele, e sua preferência por essas categorias, estou aqui escrevendo para vocês. Deixo na seqüência algumas fotos da festa de natal.
Tendo dito, até!
Zio Roberto, coçando os bigodes.
Eu, Zara Borborena, e meu irmão (que já está ficando careca).
Famiglia Josembergone
Zio Roberto, depois de comer umas laranjas, quis descansar no carro.
Papai Noel presenteou Albertino, o queridinho da vovó, com um peixe...
... inspirado, Albertino arranca as roupas rapidamente para pular na piscina.
Zio Roberto me ensinou: "sabe meu filho, não há nada que o azeite não consiga melhorar".
Esse Zio! Um brincalhão!
As crianças fizeram uma brincadeira de mal gosto com Zio Alfredo...
... fizeram ele dormir junto com o cavalo-de-estimação...
... ele ficou bem chateado!
Eu ensinando a prima Catarina a dirigir
Eu e Zara conversando
Zara, comigo ao fundo, acompanhado pelos camaradas
Tags: alcool, anciãos, ébrio, grandes lições, HaHaHoHoHo, lições, mulheres de biquini, natal, Sabedoria, uísque, verdade, vinho
Licence to Kill (1989)

James Bond é um assassino. Frio, cruel e violento. Roger Moore tinha nos feito esquecer disso, mas Timothy Dalton faz questão de lembrar a todo momento. É um homem bruto, depressivo, vingativo. 
Miss Moneypenny. Lindos óculos dos anos 1980
Minha principal impressão foi a brutalidade e violência: pessoas sendo comidas por tubarões, queimando vivas, trituradas em máquinas... coisa bem agradável.
A namoradinha, da CIA, mexendo o vodka-martini
Em 1989 a guerra fria estava totalmente gelada. A queda do muro foi o sinal mais marcante. Bond, então, dedica-se a uma função pessoal. Seu senso de dever é mais forte que sua dedicação ao serviço secreto e, por vingança, vai atrás de um chefão do tráfego de drogas, perdendo a permissão para matar e se desligando do MI6. 
Bond, a serviço do vilão, antes de explordir tudo. Repare no jovem Benício Del Toro, como capanga
O cara é tão malandro que acaba trabalhando para o próprio traficante e, de dentro da organização, trama para explodir tudo. E ainda dorme com a namorada do sujeito!
A namorada do vilão... acaba na cama de Bond
Mas, como prenúncio da era politicamente correta, Jimmy escolhe ficar com uma só, a assistente da CIA, Pam Bouvier.
Pablo Escobar, na versão cinematográfica
São os tempos... 
difícil escolher...
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Cassino Royale (1967)
Meus caros leitores, mais uma vez faço uma quebra na seqüência das resenhas dos filmes de 007 para comentar esse belo exemplar satírico, não produzido pela família Brocolli. A história é baseada no livro de Fleming homônimo, na qual James Bond precisa vencer Lê Chiffre, um exímio jogador que está tentando fazer dinheiro no cassino para pagar umas dívidas com sua própria organização criminosa. 
Sir James é convencido a voltar à ativa pelos líderes dos serviços secretos
Entretanto, a história fica bem mais complicada, iniciando com os chefes dos serviços secretos inglês, americano, soviético e francês indo à casa do já velho Bond pedir-lhe que volte para mais uma missão.
As muitas filhas de M sabem receber seus hóspedes...

David Niven é o velho Bond. Sensacional. Impagável. Ele reclama que o serviço secreto nomeia outros agentes com seu nome e número só pra assustar os adversários. E que os novos agentes tornaram seu nome um sinônimo de garanhão bruto. Perderam a elegância e a inteligência...
"Moneypenny, você não mudou nada!" - "Eu sou a filha da Sra. Moneypenny"
Para ajudá-lo, são recrutados diversos companheiros, incluindo outros 007s, um interpretado por Peter Sellers (com habilidades de jogador) e Terence Cooper, como uma versão galanteadora, porém imune ao charme feminino. Sem mencionar a presença estonteante de Deborah Kerr, como viúva de M, Ursula Andress como Versper Lynd (a agente traidora), Bárbara Bouchet, como a filha de Moneypenny, Daliah Lavi, Angela Scoular (que aparece como Ruby em On Her Majesty Secret Service) e Joanna Pettet, como Mata Bond – filha de James com a espiã Mata Hari.
Jimmy Bond explicando que seu médico não recomenda que lhe perfurem as víceras.
Do lado inimigo, um outro grande elenco, começando por Orson Welles, no papel de Lê Chiffre, Woody Allen como Jimmy Bond, o sobrinho esquisito do espião que é líder da organização SMERSH, Jaqueline Bisset, como agente da SMERSH.
Sellers e Andress, discutindo técnicas de bacará
Destacam-se ainda as presenças de John Houston, Jean-Paul Belmondo, Peter O’Toole e, pela primeira vez, Angélica Houston.
Sir James é capaz de paquerar a própria filha
Moneypenny Jr. testa as habilidades de Cooper, para fingir-se 007
Bem, o melhor do filme são as sátiras, algumas mais explícitas, outras mais escondidas (como as mulheres banhadas a ouro que saem do armário), que são difíceis de relatar em palavras. Deixo alguns destaques do youtube, como o trailer, a cena da luta no castelo, e a seqüência final, hilária. 
Agente da SMERSH, sugerindo champanhe para Bond
É bom pra se acompanhar com uma boa dose de uísque. 
Le Chiffre, e algumas amigas
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
The Living Daylights (1987)

Connery era bruto e cômico. Lazemby o imitou. Moore era um playboy irônico. Timothy Dalton é a versão de James Bond mais violenta, sombria e cruel. Dá até pra acreditar que esse homem é um assassino.
Existe alta correlação entre os filmes de 007 com carros legais e os meus filmes de 007 favoritos. Nesse caso, uma versão nova do Aston Martin, equipada com esquis de neve.
Estou na bucólica residência de campo dos Josemberg, ouvindo os sapos coaxarem. É muito interessante como eles começam sua composição coletivamente, todos cantando ao mesmo tempo, em harmonias curiosas e relaxantes. Sem aviso, todos interrompem a música ao mesmo tempo. Subitamente. Depois de alguns minutos, voltam, sem razão ou anúncio.
Se se carro está em chamas caindo de um penhasco, é melhor sair voando...
Voltemos a James Bond. Eu gosto de Timothy Dalton, mais do que a maioria dos críticos. É de fato um reflexo de seu tempo, os tristes, sombrios e chatos anos 1980. A AIDS já era assunto e, por isso, Jimmy acaba se dedicando apenas a uma garota, a violoncelista Kara. É verdade que logo na seqüência inicial (eletrizante perseguição em Gilbratar) Bond acaba aterrisando num iate com uma entediada morena, ávida por um “real man” que literalmente cai do céu. (Nota dos curiosos, nessa cena Dalton repete uma frase típica de Connery: “make it two”, sobre as horas necessárias até chegar no escritório...).

"I'll be at office in one hour. Better make it two."
Então, voltemos à Kara. Em alguma outra oportunidade eu já elogiei a beleza de Myrian D’Abo. A atriz é delicada, sem parecer sonsa. É a primeira intelectual que Bond conhece. Exímia violoncelista, ela toca um Stradivarius que ganhou de presente do vilão. Por acaso, o violoncelo acaba levando um tiro durante uma perseguição na neve, na qual o casal vinte foge sentado na caixa do instrumento de uns soviéticos maldosos, até conseguir cruzar a fronteira com a Áustria.

Bela e culta.
Gosto muito desse filme por seu “realismo” pouco comum aos filmes de 007. A trama consegue até fazer algum sentido e ser minimante convincente. Naquele tempo, a abertura da Perestroika já permitia alguma aproximação com o mundo socialista e, curiosamente, tudo se passa numa trama entre um traidor soviético e um mercenário americano que contrabandeiam armas.

"Eu sou um grande ator shakespeariano. Mas a grana apertou e aceitei essa tarefa ingrata..."
Gosto das cenas no deserto do Afeganistão, Bond é ajudado por uma versão carismática do Osama Bin Laden na luta contra os soviéticos. Naqueles tempos, vale lembrar, quem tentou invadir o Afeganistão foi a URSS.

Ser espião é saber se disfarçar...
Eu gosto de Dalton, por ser diferente. Por ser violento. Por ser frio. Por ser depressivo. Remete imediatamente aos livros originais de Ian Flamming (coisa que Dan Craig está fazendo de novo). Mas gosto dos filmes dele mais como uma curiosidade, como tudo nos anos 1980, que merecem ser lembrados como curiosidade...

Esportes radicais, usando instrumentos eruditos.
domingo, 13 de abril de 2008
Reflexões teológicas – Parte II
É evidente que alguns leitores assíduos de nossa sabedoria ficaram um pouco espantados por eu ter indicado a barata – um ser notoriamente nojento – como o escolhido de Deus para reinar sobre a Terra. Reitero que isso é uma dedução empírica livre de arbitrariedades.
Mas o Criador também reservou um lugar especial para os humanos sua segunda espécie favorita. Somos bem-quistos por dois motivos principais: a completa incompatibilidade entre o que pensamos e a forma pela qual agimos e, em menor grau, porque somos muito úteis à sobrevivência e predomínio das baratas na Terra.
Dessa forma, o Criador foi muito benevolente conosco. Criou a baía de Guanabara, o Corcovado, o Pão-de-Açúcar, a Lagoa e um sem-número de composições geográficas e que deram à região um aspecto de Éden. Sim, Ele escolheu o Rio para ser um portal para a felicidade dos humanos.
Infelizmente, ao deixar a livre-iniciativa humana agir, viu seu paraíso tropical ser tomado por uma cidade insalubre e urbanamente desagradável. Deus insistiu. Criou Ipanema. E durante muito tempo ali foi o verdadeiro portal da redenção. Palco da Garota e da bossa-nova, Ipanema foi por um bom tempo o lugar favorito de Deus e dos humanos.
Mas como tudo, demos um jeito de estragar. O bom Deus, então, criou o Leblon – uma espécie de mini-Ipanema livre da proximidade com a – argh! – princesinha do mar Copacabana. Lá o Criador colocou uma representação comercial do paraíso. É como se fosse um estande de vendas de apartamentos novos, onde se pode ver a planta, uma maquete e ficar sonhando com o futuro feliz da sua família num três-quartos-com-dependência-lazer-completo-e-espaço-gourmet. A diferença é que não espírito pequeno-burguês. Falo, é claro, do Bracarense.
Ah, o Bracarense. Lá a eu sou feliz.
Lá sou amigo do Rei. Dona Alaíde é a profeta que traz as palavras de Deus por meio de seus quitutes e delicinhas. O néctar é servido gelado e todos se deliciam com o paraíso na Terra.
segunda-feira, 24 de março de 2008
Novas lições cariocas
Camaradas,
Depois de um longo período de férias, este sábio que vos escreve retorna com um pouco mais de sabedoria. O tema de hoje é o Rio e suas pequenas curiosidades irritantes. Sou e sempre serei um entusiasta dessa cidade onde o calor engrossa o sangue e impede as funções motoras e intelectuais. É um lugar para sentar e tomar chopp, que aliás deveria receber um nome diferente por aqui para não ser confundido com aquele que se toma em São Paulo. São coisas evidentemente diferentes e incomparáveis. Dar-lhes o mesmo nome só gera confusões desnecessárias entre os povos.
Alguns pequenos detalhes passam desapercebidos pelos turistas de primeira viagem, mas para um migrante que retorna à cidade maravilhosa, tais coisas causam impacto de imediato. O primeiro deles, para quem chega pela via Dutra, é o curioso outdoor tentando vender terrenos num adorável bairro da baixada: “Ainda é bom comprar em Vilar dos Teles”, complementada por uma faixa “Para revender”. Com isso, imagino que deve ser um mico ficar com qualquer propriedade por lá...
Outras pequenas aventuras acontecem com os visitantes á vacinados, que sabem que nessa cidade toda regra é feita para ser burlada de alguma forma. Já escrevi antes nesse blog que o Rio é a cidade do malandro. E a malandragem é um conceito dialético: a existência do malandro depende da existência do otário, e vice-versa. Todas as relações humanas, portanto, incluem a tentativa mútua entre as partes em fazer o outro de otário, para conseguirem se auto-proclamarem malandros.
Muito bem, a disputa não acontece apenas entre os civis, mas também entre os cidadãos e o Estado. A todo tempo. Minha penúltima aventura foi estacionar numa tranqüila rua, sem nenhuma espécie de sinalização indicando restrição ao estacionamento. Para minha surpresa, no dia seguinte meu possante com placa paulistana estava em outra esquina, parado em fila dupla. Os feirantes levantaram-no e o trocaram de posição para que a feira pudesse acontecer sem problemas. Ao havia, curiosamente, nenhuma marca de depredação ou multa no carro. Foi uma transposição civilizada. Daí a lição número 1: pergunte aos locais se você pode largar seu carro na rua. A sinalização nunca é suficiente.
Dois dias depois, a última aventura, devida inteiramente à minha completa incapacidade de compreender lições da vida. Incorrer em erro é normal. Repetir é estupidez. O calor engrossa o sangue, e me faz bem estúpido. Numa outra esquina, também sem sinalização larguei meu carro. Hoje, passando por lá não o vi. O fenômeno da transposição se repetiu, mas dessa vez liderado por funcionários do Estado (sete-Rio, com se diz por aqui) que o levaram para algum lugar quase tão distante quanto Vilar dos Teles. Daí a lição número 2: pergunte aos locais se você pode largar seu carro na rua. A sinalização nunca é suficiente.
Se eu consegui importar de volta meu carro, prometo que aprenderei as duas lições.







