
Quando eu era mais jovem, e menos sábio, gostava desse filme. Não sei por quê. Ao assistir novamente ontem percebi que talvez seja um dos menos interessantes da série. Bem, depois da tentativa de substituição com Lazenby, Sean Connery volta a viver James Bond nesse filme, mas ele já está cansado. Cansado do próprio personagem e já não o leva mais a sério. Ao mesmo tempo, Connery faz uma versão mais madura e menos passional do personagem. Acho que é por isso que me incomoda.
(Brinquedo de criança crescida)
A dupla de vilões-viados Mr. Wint e Mr. Kidd é bem irritante. Não chegam a ser maus, não são geniais nem suficientemente engraçados. Acho desnecessário. Há também outros motivos que decepcionam. Os brinquedinhos, apesar de úteis, não são tão fantasiosos: uma impressão digital falsa aqui, um revólver pra lançar ganchos de alpinismo lá... um bonito Mustang vermelho, mas sem opcionais. 
(Hidroginástica)
Brinquedinhos mesmo têm o Blofeld, que faz cópias de si mesmo em outras pessoas por cirurgia plástica, e cria um satélite de diamantes capaz de focalizar energia e explodir qualquer coisa na Terra (tema que será retomado pelo vilão no Die Another Day). Além disso, Blofeld tem um buggy lunar, daqueles que impressionaram o mundo nos primeiros anos da década de 1970 devido à conquista da Lua e à transmissão ao vivo e a cores para as TVs de todo o mundo. Jimmy, evidentemente, faz uma bonita cena de fuga usando esse equipamento no deserto americano. 
Las Vegas é o principal cenário desse filme. É uma cidade em constante transformação e acho muito curioso ver outros filmes mais recentes que se passam lá e comparar com esse: há poucos prédios altos em 1971. A maioria das construções é bastante horizontal e as luzes são completamente aleatórias. Uma lei “cidade-limpa” faria bem, nesse caso. A extravagância já estava lá. Faltava só o tempo pra construir pirâmides, torre Eiffel e outras atrocidades...
(A bela e honesta Plenty ajuda nos dados)
É no cassino que Bond conhece Plenty O’Toole (divino nome, divino decote), uma moça totalmente honesta que se aproxima dele ao ouvir as cifras de seu jogo. Por ajudá-lo a lançar os dados, recebe cinco mil dólares de gorjeta (valor bem gorducho para a o período dos últimos suspiros de Bretton Woods). Em troca, vai direto para o quarto de 007. Tristemente, a moça é defenestrada (literalmente) e James acaba a noite com Tiffany Case (outro nome curioso).
(Tiffany é interessante, mas não cativa)
Plenty, vivida pela linda Lana Wood, é muito mais atraente que Tiffany (Jill St. John), mas é com essa última que Bond se enrosca no filme. Talvez por ser um recém viúvo amargurado, nesse filme Jimmy só contabiliza uma namorada, apesar de cruzar com tantas outras moças interessantes pelo caminho. A honesta Plenty é a melhor delas. Logo no início do filme James arranca o sutiã de uma outra moça simpática – anônima – para com isso conseguir informações, mas não há registro se a conversa seguiu sua trajetória natural. Posteriormente, Bond é recebido por uma dupla de acrobatas que lhe proporcionam atividades violentas, mas cuja energia é apagada ao serem jogadas na piscina.
(assim fica fácil conseguir informação)
Bem, já falei demais de um filme que não me atrai tanto. Gostaria apenas de registrar uma curiosidade sobre o enredo. James Bond acaba salvando o mundo de um plano maligno de Blofeld, mas sua missão original não era essa. Ele acaba descobrindo essa trama por acaso, ao pesquisar sobre tráfico ilegal de diamantes. E aí a coisa é curiosa: o serviço secreto britânico teria sido orientado por uma grande empresa de diamantes para investigar o tráfico ilegal pois estaria receosa de ter problemas comerciais! Isso em tempos que se discutia e protestava abertamente sobre a questão dos diamantes africanos e os conflitos sociais e políticos daquele continente por esse motivo...
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Diamonds are Forever (1971)
sábado, 11 de outubro de 2008
On Her Majesty Secret Service (1969)

Antes de tudo, vale o registro que considero horrendo o smoking que James Bond usa nesse filme, cheio de “plumas”. Quase uma coisa do século XVIII. É a vestimenta que inspirou a paródia de Mike Myers em Austin Powers. Ridícula. Como é também toda a combinação de cores dos cenários internos, marca dispensável do libertário fim dos anos 1960.
George Lazemby, grande homem. Grande Bond. Teve a tarefa árdua e infeliz de substituir Sean Connery. E o fez com estilo. É elegante, é mais britânico que o escocês que imortalizou o personagem, apesar de ser ele mesmo oriundo da colônia Austrália. Suas cenas de ação são ainda mais convincentes do que seu antecessor. A canalhice com as mulheres é ainda mais agressiva. O novo Bond já começa o filme dizendo algo como “isso nunca aconteceu com o outro camarada” em resposta à fuga da mocinha que o evita.
Eu sou do seleto time que gosta de Lazemby. Não diria que ele é melhor que Sean Connery, mas é um bom substituto no sentido de que todo homem envelhece, enquanto o personagem segue vivendo e precisa ser renovado. Fuma, bebe, joga o chapéu ao chegar no escritório, chega até a vesti-lo quando disfarçado. E fica realmente engraçado vestindo um quilte.
Talvez o grande motivo de insucesso de George Lazemby não seja sua atuação, mas o enredo do filme que encena. Bond se casa. Mas se casa com a mocinha mais difícil. Um tipo de patricinha revoltada. Filha de um vilão que propõe a Bond um “dote” de um milhão de libras para o casamento. Jimmy, que não faz o tipo gigolô recusa. Mas em troca de informação sobre outro vilão – o clássico Blofeld – aceita o desafio de conquistar o coração da moça. No fim, se apaixona de verdade.
Aliás, a moça antes disso já tinha arriscado uma posição “honesta”, ao retribuir a ajuda de Bond (que salvou sua vida e também pagou vinte mil francos pra ela no cassino) com uma noite de amor. Antes que seu caráter de mulher da vida ficasse confirmado, Bond acorda com os tais vinte mil francos no criado mudo. Tracy Bond, a linda Diana Riggs, faz o tipo mulher independente da era da libertação sexual. Ela bate, atira, pensa. 
É interessante como grandes homens só se deixam levar por mulheres difíceis, problemáticas. Verdadeiros desafios. É quase uma regra. No caso de Jimmy, evidentemente, o personagem precisa seguir e, por isso, a moça morre. Um final trágico e belo. Único dentre todos os filmes da série (mesmo o recente Cassino Royale, no qual Bond se apaixona de verdade, a conclusão do filme não é tão emocional).
Mas gostaria de dizer um pouco mais sobre como George Lazemby lida com as mulheres, que é afinal o que mais gosto nele (descobri alguns sites interessantes com as fotos das bondgirls, cique aqui e aqui). Exemplo disso é a fungada que dá no pescoço de Miss. Moneypenny. Coisa que Connery nunca se arriscou. Ao chegar na clínica dos Alpes, ele encontra um monte de moças simpáticas e vai conhecendo uma a uma, com a mesma paquera! É simplesmente impressionante... 
Registro ainda a deliciosa trilha sonora de Louis Armstrong, que embala as cenas de namorico de Jimmy e Tracy. (clique aqui para ouvir e ver a cena, precedida pela cena do casamento).
A tecnologia é interessante. Apesar de não contar com muitos brinquedinhos, Bond tem um Aston Martin é de um modelo daquele ano. Para decifrar a senha do cofre, ele usa um aparelho do tamanho de uma mala, sendo que no filme anterior bastava algo do tamanho de um celular. Felizmente a maquina serve de Xerox também, uma invenção que apenas naquele tempo estava se popularizando (clique aqui para ler a interessante história da Xerox).
Viva Bond apaixonado. Viva a primavera!
Tags: 007, amor, James Bond, primavera
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
You Only Live Twice (1967)

Eu não tenho nenhuma atração especial pelo mundo oriental. Mas Jimmy experimenta pelo menos três belas moças daquela parte do mundo durante esse filme – sem contar a cena do banho, na qual ele é “tratado” por mais algumas. Não bastasse, ainda há um flerte com a number eleven da SPECTRE. Hoje não quero falar sobre essas lindas mulheres, deixarei apenas umas fotos delas pelo post.
O que é mais legal nesse filme é a questão política-histórica do momento. Trata-se de uma conspiração internacional, na qual a SPECTRE seqüestra espaçonaves americana e soviética, precisa ser desvendada para evitar uma terceira guerra mundial. Uma tarefa que só 007 pode resolver. No meio da guerra fria, outros atores aparecem na cena: o Japão e a China.
O Japão era o país queridinho-ameaça do momento. Estavam todos deslumbrados com o crescimento econômico daquele país, com o domínio tecnológico e com as curiosidades culturais. Até o Bond-car é um Toyota conversível! Tudo isso aparece no filme, seja mostrando ruas de Tokyo, luta de sumo, banho com muitas gueixas, ninjas... até a bebida de James Bond é substituída por sakê.
É o poder tecnológico e econômico que viabiliza que um grande empresário japonês, filiado a SPECTRE, monte um foguete pra seqüestrar naves das duas superpotências. Sua base fica dentro de um vulcão! E ainda tem um grande exército de paramilitares que operam os instrumentos e tal. É impressionante.
Mas os vilões não são os japoneses. Esses apenas têm potencial para sê-lo, quando na verdade são aliados do mundo livre: o serviço secreto japonês ajuda Jimmy e ainda fornece algumas namoradas. Além disso, para selar a amizade nipo-ocidental, Sean Connery passa por uma cirurgia plástica para se parecer japonês. É sensacional.
Os vilões mesmo são os chineses, que contratam a SPECTRE para fazer essa lambança na diplomacia internacional. É bom lembrar que nesse período a China estava com relações bastante tensas, tanto com o ocidente capitalista quanto com a União Soviética. A coisa só foi resolvida com a aproximação de Nixon, nos anos 1970, que colocou a China alinhada com interesses americanos. Um sucesso cujos resultados são visíveis hoje em dia.
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sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Thunderball (1965)

Vinho, frio úmido de início de primavera paulistana. Eu no cobertor e James Bond fica quase o tempo todo pelado. Seja na companhia de mulheres, seja apenas de sunga dentro da água. Para completar, há também o conjunto das alternativas, numa bonita cena de amor debaixo d’água.
Esse é o filme de maior sucesso de bilheteria da série. Grandes cenas, brinquedinhos, o clássico Aston Martin, mulheres sensacionais, e um vilão bem mau com bombas atômicas seqüestradas chantageando o mundo livre.
O pavor atômico é a marca desses anos e será recorrente na temática de Bond. A solução pacífica da crise dos mísseis em Cuba, entre o para-sempre-queridinho Kennedy e o revisionista Krushev, porém, forçou a criar vilões não alinhados com os soviéticos.
A SPECTRE é uma organização muito curiosa e doentia, já que fica fazendo planos complicados e arriscados para conseguir dinheiro. Destaque-se que é nas Bahamas que vive o vilão, numa bela casa com uma piscina com tubarões. Os vilões deviam aprender com alguns empresários brasileiros que conseguem chantagear governos e ficar ricos em negócios legalizados sem precisar de bombas e lasers.
Falemos das mulheres. E quantas!
Na clínica de recuperação, Jimmy já se entende com a massagista, a bela Molly Peters. Uma moça moderna como seu tempo, com o início da era do rock’n’roll e da liberdade sexual.
Fiona Volpe (Luciana Paluzzi, sempre as italianas...) é uma assassina da SPECTRE que tenta matar 007 mas acaba em sua cama. Mesmo sendo a sexy e bem resolvida pilota de motocicleta com metralhadoras, ela fica ofendida ao saber que Jimmy “não sentiu nada, fez apenas por motivos profissionais”. Ela deve ter ficado magoada com o comentário deselegante e tenta reatar relações com o agente durante uma dança no carnaval caribenho. Bond, que não gosta de manter suas mulheres vivas por muito tempo, usa ela de escudo contra um atentado durante a dança.
A mocinha mesmo da história é Domino, namorada do vilão, que Bond conhece durante um mergulho (Claudine Auger). É típica boa-moça, não fosse um pedaço de mau caminho já percorrido. Ao longo do filme ela percebe que o namorado é do-mau, além de muito feio, e faz a troca racional.

Por fim, há a assistente de 007, Paula Caplan (a morena Martine Beswick). Não dá pra entender muito quais tipos de assistência a moça presta, mas sua presença é suficiente para melhorar o bem-estar.
(logo no começo, Jimmy faz uma saida espetacular, repetida apenas na olimpíada de Los Angeles, com uma mochila-jato)
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Goldfinger (1964)

He´s the man with the Midas’ toutch! Muito bem amigos. Esse é provavelmente o mais marcante de todos os filmes de 007. Depois dos dois primeiros, que ainda ensaiavam o estilo e não contavam com tantos recursos, em Goldfinger definiu-se o que conhecemos como um típico filme de James Bond: muitas cenas de ação, cenas abertas, muitos figurantes e tudo mais. E claro, muitas mulheres e brinquedinhos divertidos.
Falemos dos brinquedinhos. O mais legal que 007 tinha até então era uma maleta bacana. Em Goldfinger ele tem um carrão, o famoso Aston Martin, todo equipado, incluindo um assento ejetável. “You must be joking!”, “I never joke about my job, 007”, responde Q.
E quantas mulheres! A primeira de todas é uma moça do cabaré, sem nome, que ele usa de escudo contra um ataque surpresa. A segunda, é Jill Masterson, que morre pintada de ouro. Logo depois, aparece a irmã, Tilly Masterson – gatíssima – que por ser irmã não poderá entrar pra lista de James, então ela morre antes que dê tempo de um envolvimento, digamos, mais físico. Por fim, a pós-balzaca Pussy Galore (como eu adoro os nomes das bondgirls!).
E são todas ligadas de uma forma ou de outra ao vilão da história, o doido e milionário Auric Goldfinger que, apesar de inglês, parece uma mistura de holandês com alemão (daria um dinamarquês?). Vilão tão estranho que dá umas três ou quatro chances pra 007 continuar vivendo. Incauto!
Jill é a “acompanhante” do sujeito e – evidentemente – não resiste ao charme de Sean Connery. Como recompensa, é pintada de ouro e morre. 
Tilly quer vingar a morte da irmã e acaba se aproximando de 007. Acaba levando um chapéu no pescoço e morre. Um desperdício. Aliás, chapéu que já virou clássico, lançado por Oddjob, um coreano mudo e risonho.
(pobrezinha, não deu tempo de conhecer melhor o 007)
Três notas importantes, antes da próxima mulher: nesse filme James Bond não usa chapéu em nenhuma cena. É o fim da moda. Ele apenas lança o chapéu para o cabide quando visita M, mas na saída não o encontra de volta. Os chapéus nunca voltaram à moda masculina, o que é muito lamentável. Outro destaque é que Goldfinger tem um exército de coreanos ao seu dispor. Não sei como ele conseguiu levar todos esses paramilitares pra dentro dos EUA sem ter problemas na imigração. Os curiosos notem que é nesse filme que Sean Connery fala pela primeira vez a frase “shaken, not stirred”, para a forma de preparar seu drinque de vodka e Martini (Dr. No e um barman fazem também referência a esse estilo, mas não são palavras pronunciadas pelo próprio 007).
Chegamos a ela, Pussy. Mulher durona, pilota aviões e está junto com o vilão no plano maligno para zuar o Forte Knox. É uma mulher madura, segura de si, bem diferente do estilo bondgirl. Mas – é claro – mudará de lado depois de se aventurar com James numa tarde de prazer no feno. Essa não morre. 
Para além das coisas divertidas e impecáveis desse filme, há a curiosa preocupação com o padrão-dólar-ouro então vigente, o sistema de Bretton Woods. O plano do vilão é explodir uma bomba nuclear no Forte e tornar o ouro americano (que lastreava o dólar) inutilizável, o que levaria a um aumento no preço do ouro. Como Goldfinger tinha muito ouro, ele ficaria ainda mais rico. Mal sabia ele que alguns anos depois, Nixon geraria o mesmo efeito com apenas uma canetada, sem precisar implodir o Forte Knox...
O deleite dos filmes dos anos 1960 é a forma explícita que a natureza canalha e bêbada de James Bond é retratada. Com a elegância que só Sean Connery seria capaz. Ele está o tempo todo fumando, bebendo e soltando as cantadas mais chulas para as mocinhas. E mesmo assim ele salva o mundo!
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terça-feira, 23 de setembro de 2008
From Russia with Love (1963)
Camaradas,
Uísque, uma boa cigarrilha Romeu e Julieta e um pouco de pistache. Harmonizou bem com esse excelente segundo filme da série. O enredo é uma certa palhaçada: a SPECTRE, pra vingar a morte do Dr. No, coloca uma russa deliciosa de isca para pegar James Bond. O pretexto para aceitar a missão é roubar uma máquina decodificadora soviética, aproveitando que Jimmy “não está ocupado no momento”.
(Abaixo, a foto que 007 recebe de isca, fica difícil recusar uma visita à Turquia, por mais que pareça trote. E naquele tempo nem dava pra entrar no Orkut e conferir as comunidades da pretendente). 
O mais legal do filme é que não há nenhuma cena na Rússia. Quase tudo se passa na Turquia, a antiga fronteira tensa entre o mundo socialista e o capitalista. Praticamente a Cuba européia. O vilão, felizmente, não é soviético, mas a organização criminosa Spectre. Tem lá uns russos (o jogador de xadrez é a cara do Putin) e também uns alemães, incluindo o vilão casca-dura que luta com Bond no trem. Aliás, Bond só percebe que ele é um vilão depois que decide misturar vinho tinto com carne branca. Um erro imperdoável nos anos 1960, mas uma mistura que poderia ser feita com tranqüilidade nos dias de hoje.
Um monte de turcos morrem só pra que 007 consiga fisgar a isca, a bela Tatiana Romanova (interpretada pela miss Itália 1962, Daniela Bianchi). É uma tristeza o tamanho de seu egoísmo. Mas é uma alegria o sorriso da moça.
Mais divertida é a cena com os ciganos, com duas mulheres brigando pra ver qual casará com o filho do chefe. Na briga, só faltou o gel ou a lama. É bem divertida mesmo. No final, Bond salva a vida do chefe cigano e passa a ser considerado “seu filho”. Por isso, pede que as moças parem de brigar. Para resolver o conflito, então, ele se tranca numa barraca com as duas, para uma avaliação de desempenho. No total do filme, Sean Connery se dá bem com quatro belas moças, incluindo um "assunto do passado" que ele resolve logo no começo do filme, depois de atender a um celular primitivo.
Pra fechar, a foto do encontro entre James e Tatiana, apropriadamente vestidos e com os devidos instrumentos para garantir um sexo seguro.
Tendo dito, até!





